E aí, galera, tudo bem?
Na última semana vimos mais uma revolução na forma de consumir futebol. Novamente…
O Allianz Parque lotado para assistir à Copa do Mundo da Kings League, um evento recém-nascido, colocando mais gente no estádio do que quase qualquer jogo da história daquele estádio e mais audiência online do que muitos campeonatos regionais tradicionais. Algo surreal — e histórico.
Qual o intuito deste meu artigo? Apenas a celebração de um dos projetos mais fodas que eu já vi na minha vida, buscar a evolução do modelo, e impulsionar/promover cada vez benefícios para os clubes, atletas e comissões. Acho que eu sou o mais tiozão do ecosistema para puxar assuntos mais sérios assim. Como o projeto para a FURIA é super legal, eu quero o total sucesso dele no longo prazo, mas nas bases certas.
Semana passada anunciei meu afastamento no trabalho voluntário para a liga, e agora chegou a hora de eu ser só clube, só FURIA para este relacionamento, mas conectado e impulsionando a liga. E como não sou de fugir as minhas batalhas, este artigo já é sobre isto. Eu na skin FURIA sou forte 🙂
Pique tempos atrás pediu a ajuda do Neymar para montar a liga no Brasil, logo, meu irmão Nj acionou eu e o Cris para juntos, ajudarmos neste projeto fantástico. Demos call de imediato! Isto traria não só benefícios para muitas pessoas, familias, streamers, como também, me ajudaria a ganhar habilidade em ligas, construções, planejamentos e etc. A experiência foi rica demais!
Nosso papel era claro: ajudar a escolher as pessoas certas e conectar celebridades, streamers, empresários e creators que entregassem solidez e audiência ao projeto. Fizemos isso intensamente — até mais do que eu podia — conciliando com todas as responsabilidades do grupo TMG (grupo dono da FURIA)e da FURIA. Valeu cada hora. Minha experiência com o Piqué, Oriol e Djamel foi muito legal; sempre foram muito éticos e comprometidos.
Pique é um cara visionário, potente, não é a toa o sucesso mundial da liga. Djamel e Oriol são duas pessoas muito especiais também, dispostos a ouvir, debater, inteligentes na forma de se relacionar. Isto foi magnifíco para este processo todo que enfrentei nos últimos meses.
Todos os times foram convidados por nós naquele momento, tirando a G3X que já estava conecatada com Pique, já havia sido convidada para o mundial de clubes no México, todos os outros foram convencidos e catequisados pelo processo Kings League. O resultado foi uma verdadeira explosão. Foram convocados os influencers com mais alto grau de impacto de audiência no Brasil e tudo deu no que deu, um projeto épico.
Mas, junto com essa explosão brasileira, surgiram diferenças importantes entre o Brasil e o resto do mundo.
Fora do Brasil, a Kings League lidava basicamente com streamers. Aqui, lidaram com organizações: FURIA, LOUD, FLUXO, Desimpedidos, na sua maioria, e mesmo quando lidou com streamers, estes já estavam mais preparados que outros pelo mundo. Por trás dessas marcas e pessoas, existem empresários, executivos e estruturas profissionais. Gente que sabe fazer conta de business mesmo, construir negócio e sabem contestar modelos quando parecem não agradar a todos os interesses.
Depois da liga montada, eu escolhi a missão que eu julgava a mais importante, como prioridade: uma liga não pode prosperar se só ela ganha diretamente com a receita da liga. Se o Piqué quisesse ficar bilionário, precisaria deixar muita gente milionária junto. Liga não é empresa tradicional, não é só conteúdo, não é só competição, é negócio. É um organismo coletivo. Clubes competem entre si, mas precisam agir juntos para entregar valor, crescer receita e sustentar o ecossistema.
Se a liga é pequena, ok, ninguém espera dinheiro. Imagina um jogador de boliche, da liga de uma cidade do interior, esperar ficar milionário com isso? Não vai! Mas quando você lota estádios e gera milhões de views, não existe modelo sustentável onde o artilheiro do campeonato precisa dirigir Uber para pagar as contas. De fato, hoje o artilheiro não dirige Uber hoje, mas quase!
Isso nunca funcionou em nenhuma grande liga do mundo — e iria funcionar aqui.
Junto com algumas grandes vitórias junto a liga de largada, definimos em conjunto um SALARY CAP, ou seja, um total que todos os times poderiam, no máximo, gastar com a somatória de todos os salários. Ponto positivo? a definição e seguir as grandes ligas, ponto negativo? ficou over baixo, pq a receita é over baixa, e aí estoura na ponta mais fraca da corrente, como sempre no mundo capitalista.
Hoje, pouquíssimos jogadores e membros de comissão vivem da Kings League. A barra está muito baixa. O salary cap do jeito que está, beira o irreal. Chegamos ao ponto de discutir se pagar uma pizza pós-jogo poderia estourar o cap. Isso não é saudável no modelo de negócio. Fora isto, não existe controle efetivo sobre isto. As duas coisas são bem ruins.
No ano passado, a FURIA deu um celular de presente para cada jogador pela última vitória. Enviamos automaticamente a nota fiscal e um e-mail para a liga, mostrando a relação disso com o salary cap, como todos devem fazer — e até acho que fazem. Enviamos o email quase que nem sabendo para quem enviar, quais controles atestar, fizemos o que achamos que era o mais decente fazer.
A cobranças por estes procedimentos não vieram da liga. A conta para ver se caberia no salary cap tb não.
Não somente não sobra espaço no salary cap para quase nada, como também não tem processos e compliances fortes para o controle, e isto pode gerar mil problemas. Ela tem que criar os frameworks de controle, processos e diligências, e não deixar os times ensiná-la a fazer, ou não fazer, ou fazer errado.
Se esse modelo não evoluir com inteligência, a liga corre o risco de criar dois tipos de times: os que burlam regras e mentem, ou os que quebram tecnicamente, nunca vencem.
Jogador não vai aceitar isso por muito tempo, e ele, é o principal impactado negativamente pelo baixo salary cap. Os times também, por incrível que pareça, sofrem com isto, pq sem flexibilidade ficam presos financeiramente para impulsionar performance.
A FURIA hoje tem parte dos melhores jogadores da liga por duas gandes razões importantes dentre outras como a marca, estrutura e as pessoas: a primeira porque chegamos antes, e isso nos deu vantagem; a segunda porque é o time do Neymar — quem joga bola e não quer jogar no time do Neymar? Mas a vontade de jogar no time do homem também não paga a conta. Os meninos ganham muito pouco e, se alguém achar que isso é blefe, eu teria que ser o cara mais imbecil do planeta, né? Porque com certeza os meninos vão ler este texto.
Uma das maiores vitórias desse trabalho voluntário foi conseguir implementar um revenue share (divisão de receitas) de patrocínios com mínimo garantido para os clubes que antes não ganhavam 1 real garantido. Depois de viagens, calls e muita conversa, a liga passou a garantir aos clubes um valor anual que cobre praticamente todo o salary cap (85%). Isso salvou times em um primeiro momento, equalizou a competição e criou um padrão que antes não existia.
Rapidamente, os clubes se acostumaram no novo modelo e logo realizaram que já não seria o suficiente no ratio “sucesso da liga x salários dos jogadores” e aí a coisa volta a parecer tão apertada quanto antes da vitória do que conseguimos junto a liga. Problema não é o “mínimo garantido”, problema é a palavra “mínimo”, por isto as soluções são mais profundas.
Entretanto, o mínimo de revenue share teve um benefício bizarramente relevante, ele definiu um MODELO. Kings League entendeu que se vende patrocínio todos tem que ganhar, se monetiza, todos tem que ganhar, agora é uma questão do quanto. Fora isto, traz transparência para o processo pois agora tem que prestar contas, e aí o debate fica mais fácil.
O modelo estrutural hoje é bom. Essa, para mim, foi a grande vitória: mudar a cabeça de quem criou algo com bases que não funcionariam no Brasil, na real, no mundo. Agora precisa crescer e rápido.
Começa a parte difícil para a liga: governança, controle, evolução de regras e crescimento responsável. Basicamente isto significa, pessoas!
Pessoas capazes, fortes, e com expertise de lidar com ligas. O Brasil não tem um histórico grande nesta área de ligas bem sucedidas, mesmo assim, precisam pegar c-levels e adpata-los para isto, o mais rápido possível.
A Kings League precisa olhar para NBA, NFL, Champions e Premier League não para copiar tudo, pois modelos são diferentes, mas para não repetir erros que outros já cometeram. Imaginem quanta gente inteligente existem nessas ligas e quantos grandes problemas eles já resolveram. O próprio CEO da Kings League veio da NBA Europe, e é um cara bem inteligente, ou seja, eles sabem disso — precisam adaptar para crescer rápido agora.
Tá, mas Akkari, como não subir o mínimo garantido, aumentar o salary cap, e não beneficiar apenas times que tem dinheiro? Fácil, simples, tem que monetizar a liga! Desta forma, o revenue share fica gordo para todos, e a bola rola!
Liga grande vende patrocínio grande. Master patrocinador não é qualquer marca, master para eventos desse porte é Coca-Cola, Heineken, Hellmann’s, BIS, Visa, Red Bull. Isto acontece pq no nosso mundo capitalista, estas são as marcas que possuem os grandes budgets de marketing para eventos ao vivo, ativações, filmes, etc. Algumas grandes marcas já se plugaram a Kings League, cabe trazer mais das marcas potentes, e principalmente, entregar para elas muito mais em resultados, ativações, interações com a liga e com os clubes. Neste ponto ainda a liga esta atrasada, acha que patrocínio é branding, awareness, patrocínio esportivo que é o que eu mais faço na minha vida está muito longe de ser isto na atualidade.
Se alguém chorar que as marcas não querem investir em algo desse porte, pode ter certeza: é mentira. Ou o departamente de vendas é fraco, ou as entregas são mal estruturadas. Porque colocar 10 dos maiores influenciadores de um país como o Brasil dentro de um estádio e, digitalmente, movimentar dezenas de milhões de pessoas não é algo que as marcas vão achar tão fácil, principalmente no Brasil.
Essa é a magia que o Pique criou!
Sem receita, nada fica em pé. E, depois da venda, a entrega tem que ser impecável. Patrocinador tem que chorar de alegria. Patrocinador frustrado mata ecossistema e espalha a notícia — e o oposto também é verdadeiro. O hype entre as marcas é viral, vide a FURIA. 🙂
Marcas grandes > Entregas potentes > Marcas felizes > Mais receita > Mais revenue share > Maior salary cap > Alegria para liga / clubes / atletas / comissões / colaborares / maior show para a audiência > Estádios lotados > Lives lotadas. Thats it!
Clubes e atletas felizes, deixam marcas felizes, ou pelo menos tem que deixar! Se estiverem enriquencendo e não trabalhando para as marcas e para a liga, então tem que ser punidos e sairem da liga, simples assim. Mas por enquanto isto não aconteceu.
Por enquanto a Kings League não conseguiu em nenhum 1% controlar, administrar, impulsionar as entregas dos clubes, pelo contrário, houveram conflitos ainda neste setor, mas por completa falta de habilidade relacional e estrutural.
Com o sucesso no Brasil, a liga precisa investir pesado: CEO Brasil, time de marketing, patrocínio, parcerias. Pessoas que vivam os clubes, entendam as dores e saibam que conteúdo só existe porque times e jogadores existem. Já existem pessoas trabalhando na liga, algumas bem potentes, mas ainda muito longe do número de pessoas necessário. Os times sofrem demais por falta de organização, é latente o problema proporcionalmente a felicidade de todos com o sucesso do projeto.
Por que esta afinidade de relacionamentos de um dept potente com os clubes não aconteceu? eles não se sentem ainda “sócios” da Liga, e somente quando esta percepção acontecer tudo vai fluir. Hoje, fica um cabo de força muitas vezes. Ninguém faz propositalmente mas é simplesmente como as coisas acontecem no dia a dia.
Os times, na minha opinião, estão dando show nos entregáveis. Fazem de todo o possível até o momento, montam conselho, trabalham nos bastidores, não economizam nas interações. Geram rivalidades, polêmicas, pouquíssimas vezes passando do ponto, na maioria com dosagens certas para gerar hype. Investem dinheiro do próprio bolso para bombar a liga, fazem o que tem que fazer.
Não dá para ignorar o valor entregue pelos clubes brasileiros. As imagens, as redes sociais, a presença de pessoas como Neymar, Coringa, Nyvi, Luqueta e John Vlogs custariam centenas de milhões no mercado. Isso é o novo petróleo. Fingir que não é assim é perigoso. Quanto custa um post do Coringa? Quanto custa um post do John? Quanto custa manter o Neymar seis horas dentro de um campo, em uma live, interagindo com milhares de pessoas? Tem muita coisa positiva a se retirar disto tudo para as marcas, mas precisa de trabalho marketeiro forte.
Por outro lado, a liga tem um departamento que dá show, produção!
É impressionante, em todos os detalhes. Comunicação visual, regras, jogo, fogos, fumaça, leds, tudo soa como perfeito e isto ajuda em contra partida todos os clubes. Quem não quer fazer parte de um conteúdo deste? Este é o ponto forte da Kings League, o jogo é foda, o show é épico!
O resumo da obra é o seguinte:
O que a liga não precisa mexer na minha opinião? Ela brilha!
– os clubes: todos fortes, comprometidos, nomes podem ser trocados mas no geral o line up é potente demais.
– produção: a liga dá show, se manter vai continuar brilhando, é impressionante.
– o formato: sempre pode inovar daqui pra lá e de lá pra cá mas é muito irado, adrenalina o tempo todo, engajante, conectado com as novas gerações
– estrutura física: top também, a arena ficou mt bonita, longe, mas em SP não tem saída, é isso mesmo. Estrutura potente!
– marketing da liga: forte tb, marca forte, comunicação legal, site muito bom, tudo bem legal. Sempre pode inovar, mas é parte do processo.
– premiações nos grandes eventos: pode escalar com o tempo, mas acho bem legal tb o que já rolou. Bons valores para o começo da liga, agradou a todos.
– formato internacional e aspiracional: torneios locais, regionais, mundiais, tudo muito sinistro. Excita os presidentes, os clubes, os jogadores, as comissões, é muito foda fazer parte!
O que a liga precisa corrigir/evoluir com urgência?
– Remuneração dos atletas e comissões: Urgente, urgente, não que a liga precise pagar, mas o plano de “revenue share”(divisao de receitas da liga com os times) dela precisa crescer emergencialmente, e com isto, ela crescer os salary cap urgente. Caso contrário vai dar ruim. Se o dinheiro tiver que vir do bolso dos sócios da liga, é pq tem algo errado, aí não vai dar certo, assim como se tiver que vir do bolso dos clubes sem linhas claras e potentes de monetizações, não vai acontecer.
– Relacionamento com os clubes: Mais do que urgente. Não tem controle, não tem conexão saudável e eficaz. Ninguém da liga é arrogante ou mal educado neste ponto, mas quem está lá esta super atarefado e esquece do ouro, os clubes. É necessário uma relação próxima, saudável, para que todos os assuntos flua de forma potente. Hoje se um clube quer fazer alterações no seu quadro societário, não sabe o que fazer, com quem falar. Se quer criar evento, não sabe o que fazer, é bem ruim a forma que as coisas estão rolando no momento, mas eu creio nas melhoras.
– Dept de Marketing junto aos clubes: Em os clubes se sentindo sócios, eles devem entregar também para os patrocinadores. Criar uma matriz destas entregas, controlar, metrificar, gerenciar a qualidade, é fundamental para a liga. As marcas são apaixonadas pelos presidentes e pelos jogadores, suas redes sociais valem ouro, e a liga simplesmente não consegue imaginar como aproveitar isto, além de não ter gente potente nem parcerias para tal.
– Controle de salários dos jogadores: Urgente também. Um jogador só pode ganhar mais que o salary cap se ele tiver patrocínio de fora, isto abre espaço para mil narrativas tortas, não pode. Tem q ter um setor forte dentro da liga, ou um escritório terceirizado que caçe todos os contratos, faça compliance nos contratos de patrocínios, valide, e principalmente puna fortemente quem fizer merda. Caso contrário, a liga se sujará. Pessoas de mais tendências positivas no caráter, nunca brilharão em performance, pessoas mais suscetíveis a fazer merda, acharão suas formas de manter seus craques. Já fizeram isto por sinal. Isto vai derrubar a liga.
e as duas principais …
– Vendas: A entrada de novos e manutenção dos existentes patrocinadores tem que ser o setor mais forte da liga, ou de um escritório terceiro. Sem isto, ninguém aguenta, sócios não vao colocar dinheiro do bolso para sempre, clubes não vão investir do bolso sem business plan saudável, jogadores e comissões não vão trabalhar quase de graça para sempre. A força mãe de uma empresa é o dept de vendas. O Leleti não pode subir no palco, ganhar MVP, abraçar o Ronaldo, e abrir o app do banco e ver cinco mil reais. Não pode! O dinheiro vem das marcas, da expansão dos direitos, da eficácia no merchandise, do REVENUE SHARE com sentimento de sócio pelos clubes.
– Sociedade: os clubes precisam se sentir sócios, e se não se sentem, é culpa da liga. Ou pq não quer mesmo, ou pq não ajuda estes a se sentirem assim. Os clubes são a alma da liga, eles felizes em empreender ela explode, eles jogando contra a liga, fudeu. Lembrem, o John Vlogs chegou de balão na arena, ele pagou do bolso, o Neymar chorou em preeleição, o Funkbol dá show todo dia, e por aí vai …. Isto precisa acabar! se a Kings League entender este modelo mais societário técnicamente e no sentimento e agir desta forma, ela vai ser explosiva e para sempre, se não, ela não vai durar.
Para finalizar, jogadores como Andreas, Lipão, Kelvin, Well, Ton, Leleti, Canhoto, Dedo e tantos outros nasceram para o mundo. Viraram ídolos nascionais, e a coisa positivamente perdeu o controle.
Quem define o futuro deles não é só o clube — é a liga. Draftados não podem ganhar o que ganham, estrelas não podem ganhar o que ganham, comissões também, e presidentes e clubes então não ganham 1 real, por enquanto, todos estão em shock, comemorando o nascimento do projeto, da fama, da alegria de fazer parte disto tudo, mas pode confiar em mim, a pressão, o aperto vai vir, espero que neste momento o projeto já esteja maturado para atender a expectativa de todos.
Primeiro precisa corrigir a ponta fraca da corrente, jogadores e comissões, mas não é possível que alguém acredite que a FURIA, LOUD não tem que ganhar nada? ou que o Luqueta, Cris, Toguro e Cerol, não tem que ganhar nada? Impossível!
Liga forte gera clubes fortes, que geram impacto na ponta. Sem isso, o risco é uma revolução virar apenas um fenômeno pontual de pouco tempo.
A boa notícia: quem comanda a liga é inteligente e empreendedor. A ruim: como quase todo empreendedor, às vezes erra o timing. E timing, em ligas, é tudo. Agora é hora de acelerar.
Cabe a nós, clubes, ajudar, alertar, apoiar e cobrar. Porque a oportunidade é gigante — e passa rápido. Este formato não corrigido, já fez a liga cair em impacto em outros países. A vez do hype agora é no Brasil, não podem errar novamente.
A FURIA está engajada na liga, feliz com os resultados, mas promete fazer isto que eu estou fazendo aqui, colocar pressão positiva para que tudo seja encaixado no lugar certo e rápido para não perdermos esta oportunidade. Como eu confio demais que eles vão tomar boas decisões, minha colaboração como FURIA sempre vão ter … pressionar positivamente para crescer…
Uma coisa eu atesto, a galera da liga é bem intencionada, só precisa acelerar! E eu como representante da FURIA, apertar o jogo …
Este artigo é isso. Em todos os sentidos, estaremos dispostos a ajudar!
Grande abraço,
André Akkari
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