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Cada dia que passa fico mais empolgado com tudo o que estou estudando e enxergando sobre o impacto da tecnologia no nosso futuro.

Nunca quis escrever de forma tão radical como vou escrever neste artigo, porque estou buscando um momento de mais reflexão do que embate, mas desta vez me permiti ser um pouco mais radical porque acho que o tempo está acabando para quem não enxergar as mudanças e os conceitos que são muito enraizados na sociedade.

Caso eu esteja muito errado nos pensamentos que cito aqui neste texto, não enxergo como um grande problema, pois somente o ato de exercitar este brainstorm e ouvir feedback já me traz a evolução que todos nós buscamos. Errar no conceito, errar no timing, faz parte do ato de arriscar e correr risco é algo que sempre me excitou.

Tenho dois pontos nervosos para debater neste artigo;

–  conceito de empreendedorismo
– o futuro do consumo

Vamos ao primeiro ponto …

Com certeza você acompanha em redes sociais, ou nos youtubes da vida, um infinito acervo de conteúdo sobre empreendedorismo. Tem muita coisa muito produtiva, feita por pessoas que realmente fizeram grandes histórias e muita porcaria também, entretanto, fato é, que talvez empreendedorismo seja um dos tópicos que mais movimenta redes sociais, youtube e etc.

Empreender é o ato de você tomar posse da sua vida profissional, trabalhar para si próprio, criar suas próprias oportunidades, montar sua empresa e vencer, ao invés de trabalhar para os outros, salários fixos e etc.

Este conceito envolve uma parcela grande de empoderamento na mão do indivíduo, o que de fato, eu sempre fui apaixonado.

Nunca aceitei a possibilidade de trabalhar para uma grande empresa, mesmo não vendo obviamente nada errado nisto, mas sempre quis ser dono do meu próprio nariz, do meu próprio negócio. Na maioria das vezes eu me ferrei, cometi erros estratégicos, conceituais, ou falta de sorte, sei lá, entretanto, algumas vezes eu acertei, e estas compensaram todas as outras.

A visão sobre empreendedorismo vista pela maioria das pessoas, e lembrando que eu também a tinha, hoje eu acredito ser completamente equivocada e desalinhada com o que o futuro nos traz.

O que nos leva a crer que a palavra “empreendedorismo” pode ser atrelada ao ato de montar a sua própria empresa e criar seu caminho, e não pode ser atrelada a pessoa que trabalha 9hs por dia para uma companhia grande, média ou pequena, ou até mesmo a uma pessoa q trabalha de doméstica, guarda noturno ou pedreiro por um salário?

Sim, eu sei, quais as primeiras coisas que pulam a sua cabeça;

CONCEITO 1: Salário:
O tal empreendedor corre risco, se a empresa não produzir, não gerar receita ele não ganha. É completamente diferente da pessoa que está segura no seu cargo, não importanto se a empresa dá lucro ou não, o salário dela esta ali. Este conceito é visto como uma trava pelo “empreendedor”, uma trava para voar mais alto, uma trava para conseguir independência.

NÃO CONCORDO: É óbvio que ambos correm risco, existem funcionários que dão mais a vida que seus patrões e isto é claro em diversas companhias. Quem não enxerga isto quer valorizar a palavra empreendedorismo como se fosse “cool” dizer que é dono do próprio negócio. Isto é bobagem. Garçons tomam risco todos os dias, médicos contratados tomam risco, pedreiros tomam risco, todo mundo que tem uma profissão toma risco. Maior ou menos não cabe a você decidir, você não tem todas as variáveis na mão para resolver a equação.

Risco de ficar preso a uma situação e depois perder o timing em alguma outra, risco de não evoluir e ser ultrapassado, risco de a empresa que você dedica sua evolução falir e você ficar a deriva, risco, risco e mais risco.

É muito difícil achar quais são maiores ou menores. Para validar a palavra risco um bom termomêtro é saber o quanto a pessoa tem pra trás (gíria de jogador de poker). Como que você sem saber O QUE a pessoa está arriscando na sua vida pessoal, conseguem avaliar se o risco dela é maior ou menor que o seu?

O debate por este prisma seria infinito.

CONCEITO 2: Você dita as regras:
O senso de empreendor cria esta percepção. Você comanda o seu destino, você implaca seus gols e conversa com seus erros, e isto é bom!

NÃO CONCORDO: Quem disse isto: Você, ao passo que decide abrir sua própria empresa você está abdicando de ter um grupo muito maior, com mais habilidade para se conectar profissionalmente em um primeiro momento. Você faz seu próprio horário como empresário e quem disse que isto é diferencial: Milhares de funcionários dos mais altos escalões dentro das empresas fazem seus próprios horários e criam tanta dependência para com eles que o que eles falarem é como a banda vai tocar. Empreendem do mesmo jeito que o empresário mas se bobear de uma forma pessoal mais efetiva e inteligente em muitos casos, e menos em outros obviamente.

CONCEITO 3: 24 horas vivendo a empresa:

Quem acha que somente um empresário que está preocupado e dependente do sucesso da sua empresa pensando nela 24 horas está muito equivocado. Funcionários de todos os níveis de salários e intelectualidades também sofrem deste mesmo mal. Hoje em dia um percentual muito alto de funcionários não conseguem se desatrelar do trabalho como se a empresa fosse deles, de verdade. Pensam a noite inteira, acordam de madrugada para ir para o computador procurar soluções, se excitam ao ter grandes idéias para a companhia. Quem disse que o dano de quebrar é maior que o dano de ser mandado embora? Só seu ego e a forma egocentrica que alguém vê o mundo. Eu também já pensei assim e estava errado. Ser mandando embora implica na possível falência na pessoa física. Dependendo da sua idade a coisa é ainda muito mais complexa.

Portanto, o que de verdade, com o coração aberto 100%, eu consigo imaginar que sejam as maiores diferenças entre um suposto “empreendedor – empresário” e um “funcionário”. Lembrando que estou falando dos bons certo: porque dos dois lados, os ruins se ferram.

Para mim são duas palavras, propósito e recompensa!

Propósitos são mais fáceis de serem criados pelas próprias mãos do que achar em empresas algo que combine com os seus. Você pode estudar os própositos de uma empresa e julgar se são adequados ou não, mas criar os que são artesanalmente combinados com os seus, só se pode quando você cria algo próprio, sozinho ou em um grupo que divide conceitos e experiências de vida parecidas.

Pelo prisma da recompensa, até hoje, 2022, web2 e etc, a recompensa para quem ia para o lado de criar suas próprias atividades sempre foi muito maior. Criou-se um mito do empreendedorismo quase que para fazer as pessoas aceitarem esta diferença de recompensas entre o dono e o funcionário, entre o chapeiro e o dono da lanchonete, tapando com a peneira o sol que mostraria o quão “empreendedor” aquele chapeiro também é, mas sempre valeu demais a pena falar que não.

Isto acontece obviamente com mais intensidade nos países que as economias são mais comprometidas. Menos oferta de emprego, maior a dependência maior o hiato entre um e outro.

Existem funcionários incrivelmente bem remunerados mas nunca se compara a intensidade das recompensas obtidas por quem resolveu “empreender” e se deu bem.

CONCEITO 4: Implantação das suas idéias, da sua criatividade:
Muitos aspirantes a empresários acham que o ato de você abrir um CNPJ significa a liberdade de executar as idéias que você tanto sonhou. Se você era funcionário, tinha grandes idéias na empresa que você trabalhava e não era ouvido ou elas não eram implementadas, provavelmente suas idéias eram fracas e não valiam a pena de verdade, mas ninguém nunca lhe falou isto.

Se você abrir uma empresa para implementar esta mesma qualidade em idéias você está ferrado, vai quebrar antes de começar. Idéias boas ou você tem ou não tem, e quando tem, você se dá bem estatísticamente de um jeito ou de outro.

O ato de empreender por si só, requer a existência até então dos funcionários, este era o status-quo. Eu corro risco, fico com a maior parte do bolo, e você trabalha para mim. Claro que com variações gigantes mas em linhas gerais era isto.
Com o tempo, o universo foi vendo o erro cometido e se ajustando, como sempre, criando stock-options, participações, etc, etc, etc, mas agora a barra vai subir.

Dito isto, por que estou levantando este tema do empreendedorismo? Porque acho que este é um erro conceitual histórico e que a tecnologia vai corrigir com o tempo, a começar pela web 3 e soluções blockchain em geral.

Vai ser assim daqui pra frente?

Não, tenho certeza que não.

Graças ao Universo, o mundo vai punir demais este conceito de “empreendedorismo raso” e vai empoderar demais o conceito de que todos tem uma carga altíssima de empreendedorismo em tudo que se faz, você só precisa achar o grupo de pessoas certo, com os valores e propósitos certos, e com a recompensa certa para você colocar todo este seu potencial.
A Meritocracia sempre vai existir, mas vai ser mais inteligente! pessoas vão ganhar menos e mais, melhores recompensadas e piores recompensadas de acordo com suas habilidades, investidores vão ganhar cada vez mais dinheiro de forma inteligente na fórmula de sempre onde dinheiro gera dinheiro, entretanto, vai ser diferente.

Sair de casa as cinco da manhã para ser faxineira é empreender. Esquece o Governo, esquece os impostos, as dificuldades de investimento, regulamentação e etc, todos estão no mesmo barco. Para sair de casa as cinco da manhã precisa-se de um plano, de esforço incondicional, de uma agenda, de satisfazer quem lhe paga para continuar recebendo, seu cliente é seu patrão, é tudo a mesma coisa, mas entendo que pareça as vezes que não.

A Web 3 veio para começar esta revolução. Eu não posso escrever tudo que me leva a ter esta certeza porque se não este artigo vira um livro, mas vou tentar resumir.

O ato de atrelar pessoas em volta de uma causa, uma comunidade, uma empresa, uma atividade social, uma defi de empréstimo, um banco descentralizado, seja lá o que for e por qual causa, através de tokens que as identifiquem, as ordene por capacidades e as recompensa de maneira clara e transparente criada pelo próprio grupo, muda completamente a forma com que o mundo vai empreender e trabalhar nos próximos anos.

Não é somente DAO o que eu estou dizendo, é a própria tecnologia em si. Nem tudo será descentralizado, isto pode acontecer em atividades centralizadas facilmente.Tudo isto pode acontecer normalmente sem ser DAO, pode acontencer em uma empresa que nasce centralizada mas com princípios completamente diferentes dos da década passada e começa a expandir a idéia de “empreederorismo” o que irá a transformar em uma bomba de crescimento e impacto múltiplo.

Eu dou a vida por esta empresa, eu acordo cedo com tesão, eu tenho idéias positivas, eu impacto no dia a dia, eu tenho a recompensa certa porque entrei sabendo qual era e me deixa feliz, e tudo isto tem um propósito que combina com os meus, acabou! Eu vibro demais com a habilidade da pessoa do outro setor que está explodindo em prol da “nossa” empresa, da “nossa” atividade que ordenada e organizada por tecnologia, alcança o sucesso sem diferenciar o patrão do empregado.

Eu vou usar a minha força empreendedora para aquele grupo. Só para de fazer isto quando existe um grupo que me excite mais que este e aí então as brigas serão sobre PROPÓSITO e RECOMPENSA.

Fim do capítulo de empreendedorismo do Akkari Mãe Diná … Agora um pouco pelo prisma do consumo …

Tudo vai mudar em relação a consumo no planeta Terra sob a mesma ótica do capítulo anterior.

Pensa bem, porque você compra algo?
Por que você compra uma camiseta da NIKE?
Beleza? tecido? preço? E do momento que você compra pra frente, qual é a sua interação, relacionamento, com a NIKE? Nenhum? Pois é. Não tem como continuar asssim.

Ninguém vai mais comprar nada apenas por comprar no futuro. Tudo vai ter um porque. Desde o mais simples ao mais complexo, o ato de comprar será um ato de entendimento sobre EMPODERAMENTO. Eu tenho o dinheiro, e para tirar o meu dinheiro você tem que fazer algo a mais do que apenas criar um produto e me mostrar. Na verdade depois que você me convenceu que vale a pena levar o meu dinheiro, você não precisa mais nem se preocupar, vai levar sempre.

As pessoas não entrarão mais em lojas que não existam esta conexão mais profunda tanto ao vivo quanto em metaversos. Tudo vai importar. o propósito comunitário será o mandatário do consumo.

Qual a marca, o que ela faz, como ela nasceu, quem é o grupo que trabalha lá, ela tem consciência social ou não, como criam-se os produtos, e o mais importante, cade a sua comunidade e o que ela ganha ao consumir?

Você pode não saber, mas você não compra um produto por comprar já hoje em dia, você muitas vezes compra pra fazer parte de algo, só que este algo daqui pra frente vai se MATERIALIZAR.

A materialização das comunidades só será possível com a chegada da blockchain. Hoje, a ferramenta para isto chama-se NFT e ela vai controlar tudo isto que estou falando e muito mais.

Nem sabonete você vai comprar sem fazer parte de algo. Sem debater em um grupo, se sentir abraçado por um contexto comunitário, sem entender detalhe a detalhe como ele age na sua pele caso você queira de fato saber e como ele impacta o seu corpo no curto, médio e longo prazo.

O que estou falando talvez signifique exatamente o oposto do que você pode estar pensando. Acabou o comprar por comprar, então as pessoas vão consumir menos? MUITO pelo contrário.

Consumir no futuro mais do que hoje, será quase que obrigatório. Não consumir significa não apoiar, ficar de fora, não fazer parte daquilo. O ser humano não resiste a ser expurgado.

Por que nós chegamos até aqui desta forma? Você comprar um moleton de uma marca sem saber nada sobre ela? Só porque um influenciador a usa? Se tiver trabalho infantil dane-se, se ela paga mal os funcionários dane-se, se ela é racista ou xenofóbica por trás da cortina, dane-se: Acabou esta era!

O poder na Web 3 está na mão do indivíduo e daqui pra frente vai ser assim. Só teremos uma coisa que será mais forte que o poder do indivíduo, o poder de um grupo de indíviduos com próposito, força de comunidade e proatividade.

A Web 3 acabará com tudo o que for consumo por impulso e transformará a forma com que as pessoas enxergam as razões para investir suas recompensas em produtos e serviços.

As empresas terão uma revolução pela frente que elas já sabiam que era importante mas como o mundo não tinha ferramental para provar, não fazia tanta diferença mas agora fará.

CONTEÚDO

Tudo que as marcas queriam nos últimos cinco anos era em volta de conteúdo, sabendo a era que estava por vir, mas ainda faltava ferramenta tecnológica para impor esta demanda, agora chegou.

A Web 3 vai fazer com que conteúdo não seja mais que uma opção, sejá obrigação.

Sua empresa fala? se não, não compro, se sim, fala o que? se eu gostar, compro. Mesmo assim, eu no caso, sou as comunidades formadas em volta dos assuntos que cercam a sua empresa.

Não adianta você colocar um ator famoso ou jogador de futebol para segurar o seu produto no outdoor, agora eu quero mais. Quero ouvir você falar. Quero saber onde você investe seu budget de marketing, quais os tipos de documentários, filmes, você apoia o esporte, o esports, você investe em qualidade de vida para seus colaboradores?

Só indo um pouco mais a fundo.

Eu compro uma moleton da NIKE. O moleton tem um swoosh gigante no peito. Eu coloco este moleton no dia seguinte e vou para o shopping. Dezenas de pessoas olham para este moleton e enxergam o swoosh.

Ao mesmo tempo, quando abro o meu celular, sou impactado por uma mídia da Nike no meu instagram, com o swoosh. A Nike pagou caro o META para colocar aquele ad no meu feed certo?

Ou seja, por dois prismas diferentes, pessoas naquele shopping estão sendo impactadas por NIKE correto? Eu e o Meta.

A Nike investindo em tecnologia para se mostrar para as pessoas.
E eu promovendo a Nike com a mesma finalidade sem ganhar nada.

Esquece, isto vai acabar!

Quando eu compro o moleton da Nike eu não estou CONSUMINDO seu produto. Eu estou INVESTINDO na Nike, e investimento nunca vai acabar, investimentos requerem retornos, e eu quero o meu. Caso eu não tenha o meu, a Nike nunca mais vai ver o meu investimento. E acabou!

Eu tweetei sobre a ABSOLUT? eu investi, quero o meu retorno. Eu marquei a Disney no Instagram?  eu investi, quero o meu. Eu falei em uma pizzada para as pessoas irem no Outback comer um novo prato? eu investi, quero o meu.

E daqui pra frente vai ser só assim.

Talvez pela segunda vez, eu e você estejamos pensando diferente. Você pensou algo do tipo, então a marca esta ferrada Akkari, ela terá que gastar muito dinheiro da margem que ela ganha para dividir comigo certo? Se pensou, errou! Ela vai ser a mais beneficiada por este novo mindset de consumo que  será avassalador no nosso planeta.

O moleton, o restaurante, a vodka, não serão apenas marcas e produtos, serão nossas marcas e produtos, saberemos exatamente quais nossas recompensas para fazer o que fazemos, e vamos ficar muito felizes, junto com as empresas por estas recompensas.

Tokens
Dividendos
NFTs
Colecionáveis
Clubes
Memberships
Conexões sociais

Serão tantas as formas que através das novas tecnologias Web 3 o mundo nos servirá como comunidade que você não precisa se preocupar, marcas, produtos e serviços estarão tão felizes quanto nós.

Ninguẽm ainda está fazendo isto com plenitude simplesmente porque não é o tempo certo. É tempo de plantar a grama, regar, criar terras e mais terras, projetos e mais projetos, pontes, a criatividade no ambiente Web 3 está acelerada como nunca nada acontenceu no mundo. Em muito pouco tempo veremos coisas absurdas acontecendo. Fiquem de olho na Furia, vocês vão tomar um susto!

No próximo artigo vou falar sobre o LAB 1001. Um laboratório de soluções blockchain que investi em Miami para o lançamento de uma solução que conecta tudo isto que manifestei aqui neste artigo com o mundo da Furia. Esta solução vai ser lançada em breve e acho que os fãs vão enlouquecer, no momento certo eu comunico.

Espero que este artigo provoque vocês a estudar, a buscar mais material e energia para surgar esta onda que está vindo com tamanho de tsunami. Quanto antes você investir seu tempo, mais rápido você ficará feliz e colherá oportunidades.

Grande abraço,

Andre Akkari

Uma resposta

  1. Avatar de Marcello Boza

    Muito bom posicionamento, vivi a CLT e agora estou Empreendendo no Real State e nos últimos 2 anos consumo muita info de Tech, inovação em minha visão você está correto em sua análise….acredito que em 5 anos falaremos somente de Blockchain e NFT’s. Obrigado, grande abraço!!

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